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Criado em 19/07/2018

João Capiberibe

Cargo Pretendido:
Governador - AP

Filiação Partidária:
PSB

Dias restantes

-290

R$ 150.000,00
Objetivo
R$ 210,00
Arrecadado

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Por que quer ser candidato?

O Amapá vive hoje um caos administrativo, servidores recebem salários parcelados, benefícios sociais deixaram de ser pagos, levando aqueles que mais precisam à extrema pobreza, nas escolas falta merenda e segurança para a comunidade escolar. O estado ostenta níveis vergonhosos de qualidade de vida. Segundo dados do 11º Anuário de Segurança Pública, o Amapá é o 5o estado mais violento do Brasil. Segundo o Ministério da Saúde, o Amapá é hoje o estado com maior aumento da mortalidade infantil no Brasil, o número de mortes no Amapá cresceu 20,8% em 2016.

Defensor da transparência e do controle social, Capiberibe defende que a solução para um Amapá melhor está nas mãos da população. Acredita que o governo tem e deve ser construído junto com os amapaenses. Um governo que tenha as ações compartilhadas e que utilize amplamente as possibilidades e inovações tecnológicas oferecidas pela internet, por isso resolveu atender ao clamor popular para se candidatar ao governo.

Inovação, combate à corrupção e gestão com responsabilidade, são algumas das características do senador Capiberibe como gestor público. Ele acredita que a política é um instrumento poderoso para a mudança social, desde que seja utilizada para o fortalecimento da democracia popular, para promoção da justiça social e bem-estar geral da sociedade.

Sua candidatura nasceu da vontade popular manifestada em várias consultas e reuniões com os moradores de municípios do Amapá. Nessas ocasiões, a população tinha a oportunidade de denunciar o caos e o abandono do Estado, e clamaram a volta de Capi ao governo. Ele aceitou e desde sempre reitera a participação do povo, desde a realização do plano de governo até a gestão estadual.

Na frente nas pesquisas mesmo que conte apenas com o apoio popular, sem grandes caciques políticos ao seu lado, Capiberibe acredita que, apesar da descrença atual da população com a classe política, a vontade do povo faz a diferença. Ele está enfrentando a máquina do Governo Estadual, o atual governador é candidato à reeleição, e enfrenta também o candidato apoiado pelo prefeito de Macapá, cuja população corresponde a cerca de 60% da população do estado.

Pautas e bandeiras defendidas

Todas as pautas defendidas por Capi tem como viés a transparência e ampliação do controle social, da democracia e da participação popular. Pra governar com o povo, é preciso fazer uma campanha com a participação direta da população.

Capiberibe pretende incentivar a economia do açaí, o setor moveleiro, a pesca, a agricultura familiar, a verticalização da produção da soja, e todos os setores da economia amapaense que possam promover a geração de emprego e renda para a população, que respeitem os princípios do desenvolvimento sustentável e preservação do meio ambiente.

Além disso, entre as demais pautas, está a defesa dos povos indígenas e quilombolas, os microempreendedores, agricultores familiares, os afrodescentes e servidores públicos. Projetos que visem a redução dos gastos públicos e da tecnologia aliada às novas políticas também são bandeiras do socialista.

Propostas

Educação:
• Internet nas escolas, com o uso voltado para auxiliar professores e alunos no processo de ensino e aprendizagem, seria a parceria da tecnologia com o ensino;
• Construção de novas escolas na capital e no interior com o mesmo padrão de qualidade;
• Retorno da alimentação regionalizada nas escolas;
• Valorização dos profissionais da educação.


Saúde:
• Acabar com o uso político da Secretaria de Saúde.
• Nomear para os cargos pessoas do quadro que conheçam o funcionamento do Sistema.
• Implantar transparência total nos gastos do Sistema.
• Usar aplicativos na mobilização da sociedade para o exercício da Gestão Compartilhada como estabelece o PL 9617/2018.
• Garantir que os medicamentos estejam presentes nas unidades de saúde do município e do Estado.
• Investir na capacitação profissional, na humanização do atendimento e respeitar os profissionais de saúde aliado às cobranças de metas.


Segurança pública:
• Implantação de um novo sistema de segurança pública baseado no uso bases operacionais em todos os bairros de Macapá e na comunicação direta entre população e policiais através de aplicativos da internet.
• Concurso público para reforçar a segurança no interior do Estado. Hoje, em alguns municípios, há somente quatro policiais, por plantão, para cuidar de uma cidade inteira;
• Retorno da Polícia Comunitária, cuja experiência já foi reconhecida internacional pela eficiência no combate à criminalidade;


Geração de emprego e renda
• A estruturação de um porto para a pesca oceânica e também para o açaí.
• O fomento à produção do açaí de sua cadeia produtiva.
• Investimentos no setor madeireiro.
• Apoio ao processamento local dos Grãos produzidos aqui e a sua verticalização.
• Apoio à agricultura familiar e a outros eixos do desenvolvimento econômico para gerar os empregos que o Amapá precisa.

Histórico

O senador João Alberto Rodrigues Capiberibe, carinhosamente chamado de Capi, é uma liderança que surgiu do povo. Aos 17 anos ingressou no movimento estudantil e foi cursar economia, em Minas Gerais. Deixou Minas e voltou a Belém no final de 1978, quando ingressou na Aliança Libertadora Nacional, de Carlos Marighella. Ainda muito jovem participou das manifestações e lutou contra a ditadura militar, pagou caro pela sua ousadia: foi preso, torturado e exilado do país. Costuma dizer que sua esposa, a deputada Janete Capiberibe, é sua companheira de vida e de luta. Os dois se conheceram na juventude, militaram juntos e se elegeram juntos desde a primeira eleição do casal, ele para prefeito de Macapá, em 1988 e ela para vereadora da capital.

Capi, Janete e a primeira filha do casal, Artionka, passaram pela Bolívia, momento retratado no seu livro autobiográfico “Florestas do meu exílio”. De lá foram para o Chile, no governo de Salvador Allende, onde nasceram os gêmeos Luciana e Camilo, com o golpe do ditador Augusto Pinochet, a família foi para o Canadá.

Durante o exílio, no Canadá, trabalhou na Agência Internacional Canadense para países em desenvolvimento e transferiu-se para Moçambique, onde participou das mudanças que aquele país vivia logo após sua independência de Portugal.

De volta ao Brasil, em 1979, trabalhou com Miguel Arraes em Pernambuco organizando agricultores em cooperativas na Zona da Mata daquele estado para melhorar suas condições de vida. Também teve passagem pelo estado do Acre, onde foi subsecretário de agricultura do Vale do Juruá, organizou agricultores em cooperativas e fomentou a cadeia produtiva de produtos da biodiversidade local da Amazônia, como o cupuaçu e o guaraná. Foi no Acre que conheceu Chico Mendes e começou a adotar ideias do líder seringueiro.

Capi foi um típico menino ribeirinho da Amazônia. Nascido no pequeno município de Afuá, no Pará, aos sete anos saiu do coração da Ilha do Marajó e desembarcou em Macapá, no Amapá. A convivência amazônica influencia fortemente a atuação política de João Capiberibe.

De volta ao Amapá, foi secretário de agricultura e criou em 1986 a Feira do Produtor, que até os dias de hoje é onde ocorre o escoamento da produção agrícola local. Eleito prefeito de Macapá em 1988, deu os primeiros passos na implantação da transparência pública no Brasil, publicando em outdoors em frente ao prédio da prefeitura, receitas e despesas do Erário municipal. Foi considerado prefeito amigo da criança pela Unicef.

Foi na prefeitura que Capiberibe implantou as primeiras ações pela transparência na utilização dos recursos públicos. A cada mês ele publicava um outdoor em frente ao prédio da prefeitura com receitas e despesas de sua gestão. Valorizou a educação, a saúde, implantou pela primeira vez no Brasil um programa de aquisição e serviço de merenda escolar regionalizada na rede municipal e realizou a distribuição de lotes urbanos para famílias carentes.

Eleito e reeleito governador do Amapá, no período de 1994-2002, ganhou vários prêmios nacionais pelas políticas públicas de seu governo, entre eles o maior prêmio na área de segurança pública oferecido pela ONU(Organização das Nações Unidas) para programas de segurança voltados para os direitos humanos. O prêmio Habitat 2000, recebido em
Dubai nos Emirados Árabes pelo sistema de policiamento comunitário implantado no Amapá. Recebeu do Unicef o título Txai – amigo da criança porque, segundo o Unicef, as experiências desenvolvidas no Amapá daquele período priorizavam e reconheciam a importância ética, social, cultural e política das diferentes culturas, povos e tradições brasileiras. Foram vários prêmios, entre eles, a Medalha de Ouro professor Moacyr Álvaro, da Universidade Federal de São Paulo e Escola Paulista de Medicina, pelo projeto Visão Para Todos.

Como governador, Capiberibe implantou um programa de governo inovador, o Programa de Desenvolvimento Sustentável no Amapá(PDSA), que valorizava as cadeias de produção dos produtos locais, valorizava as populações tradicionais da Amazônia e o funcionalismo público. O PDSA foi o berço de grandes obras estruturantes para o Amapá, levou asfalto para todos os interiores, ampliou a rede de distribuição de água e energia elétrica na capital, em Santana e nos interiores e levou também ensino de segundo grau para fora da capital Macapá. No arquipélago do Bailique, que fica a 88 Km de Macapá, construiu e implantou a Escola Bosque do Bailique, que adotou um método pedagógico totalmente adaptado à biodiversidade da região.

Em 2002 foi eleito senador, mas teve o mandato interrompido pela ação de José Sarney, o oligarca maranhense que após presidir o Brasil foi instalar-se no pequeno estado do Amapá. Opositor ferrenho de Sarney, Capi teve o mandato de senador cassado por uma armação do PMDB de Sarney. Daquele primeiro mandato interrompido em 2005, resultou a Lei Nacional da Transparência, de autoria do senador João Capiberibe.

A Lei Nacional da Transparência(LC n.131/2009), Lei Capiberibe, sancionada pelo presidente da República em 2009, complementa a Lei de Responsabilidade Fiscal e obriga a União, os estados e os municípios a divulgar seus gastos na Internet em tempo real. Com a Lei Capiberibe a internet torna-se o meio de comunicação da transparência no Brasil. Um instrumento fundamental, que antecedeu a aprovação da LAI, no combate à corrupção.

Inovador por excelência, Capi recentemente, em 2017, deu passo adiante da Lei da Transparência e criou o Gestão Compartilhada, que, por meio de grupos de WhatsApp e do Facebook, permite a participação ativa dos interessados na execução de obras e serviços realizados com dinheiro das emendas parlamentares de sua autoria. O projeto de Gestão Compartilhada aproxima cidadãos, políticos, serviço público e empresas envolvidas em trabalhos para o Estado, com isso melhora a qualidade dos serviços e obras e provoca o controle social dos recursos públicos.

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